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6 de março de 2010

PARA ADOPÇÃO: SKULLY

A Skully é uma lindíssima gatinha cinzenta e branca, com cerca de 8 meses, que foi resgatada das ruas do Porto, nas quais passou 3 agoniantes semanas sem tratamento após ser violentamente atacada por um cão.
Aquando do seu resgate, encontrava-se muito debilitada, magra e desidratada, e com feridas purulentas no lombo, cauda e pescoço, sendo que após uma recuperação complicada, esta lindíssima e dócil gata encontra-se agora para adopção.

Contactos:

Marta Esteves, 96 684 79 84
Ana Mota, 93 837 62 50


A Animais de Rua, a Associação responsável pelo seu resgate e tratamento, necessita igualmente de ajuda no pagamento das despesas veterinárias, as quais ascenderam a €250 (NIB 0065 0921 00201240009 31).
Para ajudar, envie um e-mail para: geral@animaisderua.org


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30 de outubro de 2009

PARA ADOPÇÃO: 3 GATINHOS BEBÉS


Este lindíssimo gatinho beige é um de três irmãos que se encontram a viver ao relento num quintal em Matosinhos. 
Para além deste doce, o segundo mano é igualmente beige com os olhos azuis (mas com menos riscas), e o terceiro é semelhante mas com algumas características de siamês. 

São os três muito mansinhos, estando somente a aguardar um lar para serem resgatados.


Contacto:

➲ 93 460 41 47
maildasofiaferreira@gmail.com

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16 de setembro de 2009

PARA ADOPÇÃO URGENTE: PIROLITA


A Pirolita foi deixada no Grupo de Voluntários de Cascais pelas mãos da própria dona, que apesar de a haver criado desde bébé, havia ficado sem condições para a manter na família.
Habituada a um lar, está a ser muito difícil a sua adaptação à vida na Associação, correndo sério risco de entrar em depressão (cuja consequência por vezes vezes é a anorexia), sendo portanto muito urgente a sua adopção.

A Pirolita é muitíssimo bonita (ver mais imagens aqui), de suave pêlo cinza-claro e grandes olhos verdes, encontrando-se esterilizada.
Dado haver sido sempre filha única, só poderá ser adoptada por famílias com poucos - ou nenhuns outros - animais.

Contactos:

➲ Maria João, 91 408 27 02 e 96 456 74 09 (todos os dias)
➲ Vânea, 91 325 07 66 (2ªs, 4ªs, 6ªs e Sábados, das 16h às 21 h)
g.voluntarios@gmail.com


( Imagem: Grupo de Voluntários de Cascais )

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7 de setembro de 2009

PARA ADOPÇÃO URGENTE: CACHORRAS(OS)

É sempre com um misto de tristeza e esperança que aqui divulgo animais à procura de uma família, sendo que hoje - devido ao número de animais neste apelo, à urgência dos mesmos, e ao facto de ainda serem muitíssimo jovens - a tristeza sobressai-se um pouco mais.

A jovem cadela da foto foi resgatada da rua, onde circulava perigosamente no meio de carros.

Infelizmente, quem a resgatou não a pode manter devido à não aceitação da parte dos outros membros da família, sendo que esta doce cadelinha corre o risco de tornar a ser abandonada e voltar para de onde veio. Sendo muito irrequieta e inexperiente, as hipóteses de ser atropelada são altíssimas.
Esta doçura encontra-se em Lisboa, é de porte pequeno/médio e tem cerca de 5 meses.

➲ Pé ante Pata, 96 358 20 33 - e depois das 18 horas - 96 796 17 32.


A Norte, no Canil da Maia, encontram-se 28 cachorrinhos bébés em risco de serem abatidos.
São muitíssimo meigos - de  portes  pequeno, médio e grande - e encontram-se somente a aguardar por uma família que os acolha, quer permanentemente, quer como Família de Acolhimento Temporário (FAT), oferecendo-lhes uma nova oportunidade de vida.

➲ 91 849 95 42, 96 377 19 88
➲ alexandra.pravi@gmail.com, liliana.pravi@gmail.com


No canil do Grande  Porto, encontra-se desde 24 de Julho passado uma cachorra muitíssimo meiga.
De nome Lola, devido à sua enorme simpatia o seu abate tem vindo a ser adiado, mas infelizmente durante ainda esta semana deixará de o ser...
Se puder ajudar a Lola a ter um final feliz, ela ficar-lhe-á eternamente agradecida.

➲ Maria João, 91 446 92 66


( Imagem: Pé ante Pata )

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26 de agosto de 2009

O CANIL/GATIL DOS NOSSOS IMPOSTOS


Para lá chegar há que atravessar um corredor aparentemente infindável de cães acorrentados pelo pescoço.
Imóveis e assustados, aguardam que alguém os salve e os leve dali para fora, mas lamentavelmente, há quem prefira adquirir ou procriar um animal a dar uma segunda oportunidade a estas dóceis criaturas.

Findo o corredor envidraçado, e à distância de duas portas de metal, encontra-se o gatil; uma grande sala sem luz natural, repleta de boxes, e com o som inconfundível de muitos miares e alguns ladrares de cães bébés.
O cheiro é nauseabundo, devendo-se às fezes e urina que cobrem o chão. As boxes, com fundo de arame, aleijam as patas e estão na sua totalidade desprovidas de caixas de areia, por vezes comida, e muitas vezes de água limpa, estando os recipientes sujos com algo que aparenta ser uma mistura de urina e diarreia.
Devido ao fundo desconfortável e sujo, as escoriações nas patas são comuns, e por lá deixados, as hipóteses de sobrevivência, quer por eventual abate ou doença, são quase nulas.

Integrado no departamento de Limpeza Urbana - e ironicamente, muito longe de ser higiénico - os responsáveis pelo manuseamento e interacção com os animais não são assistentes de veterinária, mas sim homens do lixo.
Os veterinários aparentam desconhecer os animais, e se juntarmos o estado debilitado em que se encontram (por vezes pior do que na rua), então é fácil depreender que a assistência veterinária encontra-se reservada somente para o momento da adopção, quando se tornam pertença de alguém.
No meio de tantos animais, encontram-se vários bébés, alguns visivelmente doentes, outros aparentemente saudáveis. Uns com as mães, outros sozinhos, alguns nascidos no local - sobre a terrível base de arame - mas todos deixados à sua sorte.
Numa deslocação vi, juntamente com mais duas pessoas, uma mãe com os recém-nascidos, alguns ainda vivos, outros esmagados contra a rede de metal, o sangue deles a escorrer para o chão já de si imundo.
É uma imagem demasiado crua e cruel para transpor para palavras.

Este é o retrato do gatil municipal de Lisboa, por detrás de portas, a anos de luz dos olhares dos media que teimam em perseguir os candidatos à presidência.
É uma realidade de terceiro mundo, de cenário de guerra, financiada pelos nossos impostos e a qual, a maioria de nós, teima em virar a cara quer por indiferença quer por receio daquilo com que poderá ser confrontado.
Somente cerca de 8% dos animais que lá chegam têm a sorte de ser adoptados, pelo que, para além da esterilização massiva e não procriação de animais, é urgente sairmos da nossa zona de conforto e oferecermos uma segunda oportunidade de vida aos que por lá se encontram.
Lamentavelmente, este retrato não será certamente único neste país, mas por de lá haver resgatado alguns animais, é aquele que conheço intimamente.

A curto prazo, algumas medidas muito simples - e de baixo orçamento - melhorariam substancialmente a vida destes animais... No caso do gatil, bastava substituirem as boxes por outras com base em metal (a fim de não lhes aleijar as patas e serem de fácil higienização), de preferência individuais para não se propagarem doenças (só mistas no caso de mãe e crias), com acesso a comida e água limpas e, igualmente essencial, a areia de gato, renovada uma vez ao dia, a fim de fazerem as suas necessidades de modo higiénico.
No caso dos cães, bastava boxes ao ar livre (como as da entrada) e sem recurso a correntes, umas mantas, e acesso a comida e água limpas.
Para além disso, seria igualmente de louvar que todos os animais passassem obrigatoriamente por uma consulta veterinária aquando da sua chegada, e posterior tratamento caso necessário.
Esta simples logística seria levada a cabo com a ajuda de auxiliares de veterinária, profissionais certamente mais aptos para o contacto com animais que o pessoal da Limpeza Urbana.

Para além destas medidas dignas de país de primeiro mundo, o maior ganho estará na prevenção, pelo que seria também essencial abraçar uma nova política de controlo do número de animais de rua.
Há muito que defendo que os canis municipais, ao invés de actuarem como um corredor da morte, deveriam aplicar os seus recursos na prevenção de nascimentos, atacando o problema na raíz e não somente de modo paliativo.
As Câmaras devem utilizar os meios que possuem, como veterinários e instalações, na esterilização massiva de colónias a fim de prevenir os nascimentos, não na morte de quem já nasceu.
Ao esterilizar os animais de rua, devolvendo à colónia de origem os não domesticáveis e colocando para adopção as crias e adultos sociáveis (alojados em espaços com boas condições de limpeza e nutrição, claro está), estar-se-ia simultaneamente a controlar a natalidade e promover adopções.
Deste modo - mais humano e racional - de lidar com um problema existente, todos sairíam vencedores... Os animais não perderiam a vida de forma desumana, os veterinários serviriam o propósito da sua vocação (salvar vidas), e os impostos de todos nós contribuiriam para uma sociedade de trato mais civilizado.

A fim de defender uma política de esterilização nos canis municipais, foi criada uma petição online, que deverá ser assinada até ao próximo dia 15 de Setembro.
É da maior importância que todos aqueles que partilham de uma visão mais humana no trato animal se juntem a esta causa, a fim de todos juntos colocarmos um ponto final nesta calamidade silenciosa.

Para finalizar, gostaria de acrescentar que, apesar de não serem imagens confortáveis para quem gosta de animais, aconselho *vivamente* a adopção de um animal num qualquer canil/gatil municipal.
Pode parecer contraditório após este relato, mas o facto é que se todos virarmos o rosto áqueles cães e gatos, ninguém os salvará por nós.
Há que resgatá-los (sem recurso às cruéis tenazes de metal com que os retiram das boxes - basta colocar a transportadora lá dentro), oferecer-lhes uma segunda oportunidade na vida, e divulgar ao máximo as péssimas condições em que são mantidos.
A estatística, terrível na sua enormidade, confirma que 92% dos animais que por lá se encontram não são adoptados, pelo que quer percam a vida ao 9º dia de estadia ou passado um mês, o seu final será sempre o mesmo. A morte.
Cabe-nos a nós fazer a diferença.

( Na imagem pode ver-se o Tomás, um dos resgatados do gatil, duas semanas após a sua chegada a casa. Ainda muito magro e ferido, embora visivelmente melhor, encontrava-se nesse momento em recuperação. )


Canil Municipal de Lisboa, Estrada da Pimenteira, Monsanto.
As adopções podem ser realizadas nos dias úteis entre as 9h30 e as 17h00, e no fim-de-semana mediante contacto prévio através do telefone 21 361 77 00.
Passados 20 dias da adopção, a esterilização é gratuita.



( Texto e Imagem: Iolanda Mealha )

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20 de agosto de 2009

PARA ADOPÇÃO: BALBOA


Esta é a Balboa, uma jovem cadela muito meiga e sociável que vivia nas ruas de Braga quando foi gravemente ferida por mão humana.

Resgatada pela ABRA, e após tratamento intensivo, esta lindíssima cadela encontra-se a recuperar muitíssimo bem, necessitando agora de uma FAT ou de um dono, com algum espaço e muito amor para oferecer.
É de porte médio, e encontra-se esterilizada.

Contacto:

ABRA, 91 238 05 60


( Imagens: ABRA )

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12 de agosto de 2009

PARA ADOPÇÃO: GATINHA BÉBÉ


Esta lindíssima gatinha preta e branca de cerca de 2/3 meses foi resgatada da rua juntamente com os seus dois irmãos, que entretanto foram adoptados.

É absolutamente adorável, com o pêlo médio/comprido, olhos verdes, muito inteligente e com queda para a brincadeira, estando só a aguardar por uma família simpática que a acolha.


* Actualização: Esta gatinha já foi adoptada! *

( Imagens: Patinhas em Risco )

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7 de agosto de 2009

PARA ADOPÇÃO: FLY

O Fly é um cão muito meigo, de porte pequeno/médio, que vivia na rua na proximidade de uma voluntária da Animais de Rua, que o alimentava e mimava diariamente.
Infelizmente, com todos os perigos que a rua apresenta, o Fly teve a má sorte de ser atropelado com gravidade, tendo sido levado de urgência para o veterinário e submetido a uma cirurgia e sutura de feridas abertas.

Hoje está completamente recuperado e revelou-se um cão muitíssimo fiel e agradecido, somente à espera de uma família.


* Actualização: O Fly já foi adoptado! *

( Imagem: Animais de Rua )

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5 de agosto de 2009

PARA ADOPÇÃO: LIPA

A Lipa apareceu muito maltratada nas instalações de uma empresa de Ermesinde, tendo sido posteriormente acolhida por uma voluntária da Animais de Rua que a tratou com a atenção e carinho que merece.
Felizmente recuperou completamente, voltou a acreditar na bondade humana, e é hoje uma cadela muito meiga e dedicada.

A Lipa já foi esterilizada e está em FAT a aguardar adopção.

Contacto:

ana.mota@animaisderua.org
➲ Ana Mota, 93 837 62 50


( Imagem: Animais de Rua )

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3 de agosto de 2009

PARA ADOPÇÃO: WIPPA

A Wippa é uma jovem cadela que tristemente foi abandonada pela sua família num canil de abate na zona do Porto.
Foi bafejada pela sorte quando uma alma caridosa a acolheu, mas infelizmente, já possuía outros cães que se recusaram a aceitar a Wippa, atacando-a e ferindo-a com gravidade. A doce Wippa não reagiu, tendo sido levada para uma cliníca veterinária onde foi tratada.

Dado a sua protectora não conseguir mantê-la separada dos outros cães, e já completamente recuperada e ansiosa por um lar, a Wippa procura agora - com carácter de urgência - alguém que a acolha, ainda que somente em regime de FAT.

Está esterilizada e dá-se muito bem com outros animais.


* Actualização: A Wippa já foi adoptada! *


( Imagem: Animais de Rua )

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30 de julho de 2009

PARA ADOPÇÃO: LIMÃO



O Limão, um lindíssimo cachorro de pelagem negra, estreia a secção de adopções na Fauna Urbana.

Com cerca de um ano, e filho de uma Labrador e um Rafeiro Alentejano, o Limão é um cão extremamente dócil, de porte grande, que convive alegremente com outros cães e gatos, e que dará um perfeito animal de companhia - não de guarda.

As condições de adopção são a comparticipação nas despesas do microchip, vacinas e esterilização, totalizando €65.
Dá-se preferência a adoptantes que possuam um espaço exterior e outros cães.

Contacto:

mariapteixeira@gmail.com
91 430 44 13


( Imagens: Maria Teixeira )

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