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26 de fevereiro de 2010

URGENTE - PROTESTO CONTRA CM DE LOURES


O caso dos animais do amontoado de ossos de Loures chocou quem dele teve conhecimento. 
Após pressão das Associações e o seu subsequente reencaminhamento com intuito de divulgação e posterior adopção, eis que o prometido não é devido, e os animais não podem ser visitados por quem há muito tenta que esta história tenha um final (mais) feliz.

Aqui publico o texto da Animais de Rua, que urge a todos para que apelem ao bom senso e palavra da Câmara Municipal de Loures:


'Animais confiscados do amontoado de ossos de Loures estão há 3 semanas no canil municipal sem que seja permitido às associações zoófilas ajudar na sua divulgação e adopção.


Olá a todos!

Infelizmente não trazemos boas notícias acerca dos animais de Loures. Ao contrário do que nos foi dito pelo director do canil municipal, Sr. Cristiano Esteves, não está a ser permitida a visita aos animais por parte de associações de protecção animal e pessoas particulares que pretendam ajudar na divulgação dos animais.



Como informámos na newsletter que enviámos anteriormente sobre este assunto, o Sr. Cristiano Esteves disse-nos, no passado dia 5 de Fevereiro, que poderíamos  ir visitar e fotografar os animais, com o objectivo de os divulgar junto de potenciais adoptantes, desde que fosse feito um requerimento de visita. No entanto, o requerimento formal de visita que enviámos de imediato continua sem resposta até hoje. 
Fizemos já, ao longo destas 3 semanas, inúmeros telefonemas para a direcção do canil e para o gabinete do Vereador do Ambiente e, inacreditavelmente, tanto o director do canil como o vereador nunca estão disponíveis para nos atender nem devolvem as chamadas.

Entretanto, os dias e as semanas vão passando e aqueles 80 animais, que passaram por um autêntico inferno durante todo o tempo da sua existência, subnutridos, doentes e obrigados a viver em cima das ossadas dos seus companheiros mortos e inclusive a alimentar-se dos seus restos mortais, estão fechados em jaulas do canil municipal sem terem direito a uma divulgação minimamente eficaz.
Inclusivamente, para agravar todo este cenário, já nasceram duas ninhadas nas instalações do canil!!

É inconcebível que a Associação Animais de Rua e outras associações e particulares se tenham disponibilizado para ajudar a esterilizar e a encontrar soluções condignas para o acolhimento destes cães e que a Câmara Municipal recuse esta ajuda, apesar de bem saber que a colaboração da Câmara com associações de protecção animal, em assuntos relacionados com animais do município, está legalmente prevista.
A Câmara afirmou também que iria divulgar os animais através do seu website. Neste momento, a maioria dos animais que se encontram no website da CM Loures são os mesmos que já se encontravam antes destes animais serem confiscados e não estão sequer identificados, nomeadamente quanto à idade, sexo e temperamento. É evidente que sem esses dados mínimos não será possível cativar potenciais adoptantes. E é evidente também que, não sendo os animais adoptados, serão abatidos pelo canil municipal, que não poderá mantê-los indefinidamente a ocupar todas as jaulas disponíveis que tem.
Pedimos por isso, a todas as pessoas que são solidárias com a situação destes 80 animais, que escrevam e liguem ininterruptamente para os contactos da Câmara Municipal de Loures, exigindo que seja permitido a todas as associações zoófilas e pessoas particulares ajudar os animais resgatados, nomeadamente visitando-os e tirando imagens para a sua divulgação. Só com uma participação massiva de todos os cidadãos conseguiremos fazer-nos ouvir pela Câmara Municipal.

Contactos:

Gabinete da presidência - Tel.: 219829800, E-mail: gap@cm-loures.pt
Gabinete Médico Veterinário Municipal - 219 848 210 
Gabinete do Vereador do Ambiente - 219848221 
Fax Câmara Municipal de Loures -  219820084
Email Câmara Municipal de Loures - geral@cm-loures.pt 
Email GMVM - gmvm@cm-loures.pt 

Os contactos feitos via telefone e fax têm sempre mais impacto do que o email, mas todas as formas de contacto são válidas! 
Caso participe neste protesto, por favor escreva-nos para o geral@animaisderua.org, para que fiquemos com um registo de todas as participações.
Os animais de Loures contam consigo! Os minutos que irá perder com a sua participação podem significar a diferença entre a vida e a morte para eles!
Agradecemos a divulgação deste apelo. Obrigada a todos!
A equipa da Associação Animais de Rua 

NOTA: Sabemos que a Câmara Municipal de Loures encaminhou também 5 cães deste resgate para cada um destes municípios: Amadora, Lisboa e Vila Franca de Xira, que também não autorizam que os animais sejam fotografados mas pelo menos permitem a sua visita (urge questionarmos o porquê desta recusa em permitir que sejam captadas imagens dos animais dentro das instalações dos canis municipais - obviamente que não poderá haver outro motivo para além de não quererem que as condições em que os animais estão alojados cheguem ao conhecimento do público - felizmente há já algumas honrosas excepções em Portugal, mas a grande maioria dos canis municipais aloja os animais em condições desumanas).  Assim, solicitamos também às pessoas que tenham hipótese de se deslocar a um destes canis para irem visitar os animais e, se possível, acolher um deles provisoriamente. A Associação Animais de Rua compromete-se a ajudar com a sua esterilização e divulgação para adopção.'

9 de janeiro de 2010

AGENDA

Amanhã, dia 10, a SOSAnimal promove uma campanha de adopção de cães e gatos no Jardim Vieira Portuense em Belém (próximo do McDonald's).
Entre as 11 e as 17, vão estar disponíveis vários animais para adopção, inclusivamente alguns provenientes do canil/gatil municipal de Lisboa, aqueles que infelizmente se encontram em situação mais precária e com necessidade de uma solução a curto prazo.
(Para além das adopções, decorrerá uma recolha de donativos tais como medicamentos, produtos de limpeza, ração, etc.)

Ainda no que se refere ao canil, e visto estar a decorrer a 2ª fase do orçamento participativo da Câmara Municipal de Lisboa - a fim de se criarem condições de maior dignidade e humanidade para os animais que lá se encontram - está a votos um projecto que prevê a 3ª fase de construção destas instalações municipais.
aqui relatei a minha (degradante) experiência com o canil/gatil municipal, pelo que apelo a quem esteja sensibilizado para esta matéria a não se esquecer de participar.
A votação encontra-se aberta até dia 15 de Janeiro.


( Imagem: Iolanda Mealha )

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23 de setembro de 2009

NO VETERINÁRIO

A ida ao veterinário é sempre uma aventura.
Com o tempo de espera e os animais que se encontram na sala, as histórias de cada um deles vão sendo alegremente trocadas na contagem decrescente para a consulta.
Nos últimos meses, conheci um par de catatuas que curiosamente haviam-se refugiado em casas diferentes no mesmo fim-de-semana chuvoso e, ao encontrarem-se naquele dia, comunicavam alegremente; uma tartaruga de 12 anos, na qual peguei, Nina de nome e com uma dona de idade muito simpática; alguns coelhos, e uma lista infindável de cães e gatos com variadas maleitas.

Desta vez conheci uma rapariga apaixonada por papagaios e gorilas que trazia 2 gatinhos de cerca de 2 meses, pelagem preta e olhos azul-petróleo, e que incompreensivelmente tinham sido abandonados numa mata, dentro de uma caixa com areia; uma senhora chique acompanhada de uma cadela rafeira lindíssima a qual tratava como uma filha e que, tal como eu, afirmou-se incapaz de comprar um animal ou dar preferência a raças (um óptimo exemplo, na minha opinião); uma ternura de senhora de 77 anos, com 3 gatas em casa e o coração partido por não poder albergar uma gatinha bébé de uma colónia que alimenta; e um casal que tinha recentemente adoptado dois irmãos bébés, também totalmente pretos (de olhos amarelos, como a Olívia, na imagem), com outra gata preta em casa - com uma perna amputada - e que se queixava da discriminação existente contra os gatos de pelagem negra. A realidade é que mesmo num país europeu, em pleno século XXI, estes animais ainda são os últimos a serem adoptados devido a superstições arcaicas!

É reconfortante encontrar pessoas que atribuem o maior dos valores aos animais, no entanto sei que, por todo o país, por todo o mundo, ainda há quem lhes negue respeito e compaixão e, consequentemente, os devidos cuidados veterinários.
Estas histórias de tolerância, tão díspares no seu conteúdo mas com a bondade como denominador comum, fazem-me sentir esperança de que, pouco a pouco, passo a passo, as mentalidades evoluam e os animais encontrem finalmente o seu lugar neste mundo.

( Imagem: Iolanda Mealha )

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26 de agosto de 2009

O CANIL/GATIL DOS NOSSOS IMPOSTOS


Para lá chegar há que atravessar um corredor aparentemente infindável de cães acorrentados pelo pescoço.
Imóveis e assustados, aguardam que alguém os salve e os leve dali para fora, mas lamentavelmente, há quem prefira adquirir ou procriar um animal a dar uma segunda oportunidade a estas dóceis criaturas.

Findo o corredor envidraçado, e à distância de duas portas de metal, encontra-se o gatil; uma grande sala sem luz natural, repleta de boxes, e com o som inconfundível de muitos miares e alguns ladrares de cães bébés.
O cheiro é nauseabundo, devendo-se às fezes e urina que cobrem o chão. As boxes, com fundo de arame, aleijam as patas e estão na sua totalidade desprovidas de caixas de areia, por vezes comida, e muitas vezes de água limpa, estando os recipientes sujos com algo que aparenta ser uma mistura de urina e diarreia.
Devido ao fundo desconfortável e sujo, as escoriações nas patas são comuns, e por lá deixados, as hipóteses de sobrevivência, quer por eventual abate ou doença, são quase nulas.

Integrado no departamento de Limpeza Urbana - e ironicamente, muito longe de ser higiénico - os responsáveis pelo manuseamento e interacção com os animais não são assistentes de veterinária, mas sim homens do lixo.
Os veterinários aparentam desconhecer os animais, e se juntarmos o estado debilitado em que se encontram (por vezes pior do que na rua), então é fácil depreender que a assistência veterinária encontra-se reservada somente para o momento da adopção, quando se tornam pertença de alguém.
No meio de tantos animais, encontram-se vários bébés, alguns visivelmente doentes, outros aparentemente saudáveis. Uns com as mães, outros sozinhos, alguns nascidos no local - sobre a terrível base de arame - mas todos deixados à sua sorte.
Numa deslocação vi, juntamente com mais duas pessoas, uma mãe com os recém-nascidos, alguns ainda vivos, outros esmagados contra a rede de metal, o sangue deles a escorrer para o chão já de si imundo.
É uma imagem demasiado crua e cruel para transpor para palavras.

Este é o retrato do gatil municipal de Lisboa, por detrás de portas, a anos de luz dos olhares dos media que teimam em perseguir os candidatos à presidência.
É uma realidade de terceiro mundo, de cenário de guerra, financiada pelos nossos impostos e a qual, a maioria de nós, teima em virar a cara quer por indiferença quer por receio daquilo com que poderá ser confrontado.
Somente cerca de 8% dos animais que lá chegam têm a sorte de ser adoptados, pelo que, para além da esterilização massiva e não procriação de animais, é urgente sairmos da nossa zona de conforto e oferecermos uma segunda oportunidade de vida aos que por lá se encontram.
Lamentavelmente, este retrato não será certamente único neste país, mas por de lá haver resgatado alguns animais, é aquele que conheço intimamente.

A curto prazo, algumas medidas muito simples - e de baixo orçamento - melhorariam substancialmente a vida destes animais... No caso do gatil, bastava substituirem as boxes por outras com base em metal (a fim de não lhes aleijar as patas e serem de fácil higienização), de preferência individuais para não se propagarem doenças (só mistas no caso de mãe e crias), com acesso a comida e água limpas e, igualmente essencial, a areia de gato, renovada uma vez ao dia, a fim de fazerem as suas necessidades de modo higiénico.
No caso dos cães, bastava boxes ao ar livre (como as da entrada) e sem recurso a correntes, umas mantas, e acesso a comida e água limpas.
Para além disso, seria igualmente de louvar que todos os animais passassem obrigatoriamente por uma consulta veterinária aquando da sua chegada, e posterior tratamento caso necessário.
Esta simples logística seria levada a cabo com a ajuda de auxiliares de veterinária, profissionais certamente mais aptos para o contacto com animais que o pessoal da Limpeza Urbana.

Para além destas medidas dignas de país de primeiro mundo, o maior ganho estará na prevenção, pelo que seria também essencial abraçar uma nova política de controlo do número de animais de rua.
Há muito que defendo que os canis municipais, ao invés de actuarem como um corredor da morte, deveriam aplicar os seus recursos na prevenção de nascimentos, atacando o problema na raíz e não somente de modo paliativo.
As Câmaras devem utilizar os meios que possuem, como veterinários e instalações, na esterilização massiva de colónias a fim de prevenir os nascimentos, não na morte de quem já nasceu.
Ao esterilizar os animais de rua, devolvendo à colónia de origem os não domesticáveis e colocando para adopção as crias e adultos sociáveis (alojados em espaços com boas condições de limpeza e nutrição, claro está), estar-se-ia simultaneamente a controlar a natalidade e promover adopções.
Deste modo - mais humano e racional - de lidar com um problema existente, todos sairíam vencedores... Os animais não perderiam a vida de forma desumana, os veterinários serviriam o propósito da sua vocação (salvar vidas), e os impostos de todos nós contribuiriam para uma sociedade de trato mais civilizado.

A fim de defender uma política de esterilização nos canis municipais, foi criada uma petição online, que deverá ser assinada até ao próximo dia 15 de Setembro.
É da maior importância que todos aqueles que partilham de uma visão mais humana no trato animal se juntem a esta causa, a fim de todos juntos colocarmos um ponto final nesta calamidade silenciosa.

Para finalizar, gostaria de acrescentar que, apesar de não serem imagens confortáveis para quem gosta de animais, aconselho *vivamente* a adopção de um animal num qualquer canil/gatil municipal.
Pode parecer contraditório após este relato, mas o facto é que se todos virarmos o rosto áqueles cães e gatos, ninguém os salvará por nós.
Há que resgatá-los (sem recurso às cruéis tenazes de metal com que os retiram das boxes - basta colocar a transportadora lá dentro), oferecer-lhes uma segunda oportunidade na vida, e divulgar ao máximo as péssimas condições em que são mantidos.
A estatística, terrível na sua enormidade, confirma que 92% dos animais que por lá se encontram não são adoptados, pelo que quer percam a vida ao 9º dia de estadia ou passado um mês, o seu final será sempre o mesmo. A morte.
Cabe-nos a nós fazer a diferença.

( Na imagem pode ver-se o Tomás, um dos resgatados do gatil, duas semanas após a sua chegada a casa. Ainda muito magro e ferido, embora visivelmente melhor, encontrava-se nesse momento em recuperação. )


Canil Municipal de Lisboa, Estrada da Pimenteira, Monsanto.
As adopções podem ser realizadas nos dias úteis entre as 9h30 e as 17h00, e no fim-de-semana mediante contacto prévio através do telefone 21 361 77 00.
Passados 20 dias da adopção, a esterilização é gratuita.



( Texto e Imagem: Iolanda Mealha )

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14 de agosto de 2009

NÃO AOS TESTES EM ANIMAIS

Todos os dias, milhões de animais são cruelmente utilizados em testes laboratoriais. Anualmente, são cerca de 115 milhões.
Primatas, cães, gatos, coelhos, e o clássico rato, são procriados somente com o intuito de, na sua breve passagem por este mundo, servirem de 'modelos' em estudos obsoletos e facilmente levados a cabo com testes exclusivamente in vitro.
Não só a indústria farmacêutica e comunidade ciêntifica utilizam estes métodos cruéis e arcaicos, mas igualmente a indústria cosmética que, sendo a mais presente no dia-a-dia do cidadão comum, é também nela que nós consumidores temos um voto mais significativo, o da compra ou ausência dela.
Por detrás de uma embalagem estética e uma campanha de marketing bem conseguida, encontram-se o sangue, suor e lágrimas de milhões de animais. Literalmente.

Apesar de muitas marcas se apresentarem no mercado como não sendo submetidas a este tipo de testes, a indústria ainda é pouquíssimo regulada. Algumas, mesmo sem os levarem a cabo, encomendam-nos a outras entidades ou adquirem ingredientes previamente testados. O resultado final, ainda que indirectamente, é exactamente o mesmo, culminando em tortura e morte.
Quer seja um champô, um creme para o rosto ou um desinfectante para a casa, todos estes produtos são testados de forma cruel através da ingestão, injecção ou colocação dos químicos nos olhos dos animais. Cegos e com dor, morrem lentamente, são dissecados, tudo para que o nosso cabelo fique mais brilhante, a nossa pele com menos rugas, ou a nossa casa limpa. E nada mais.

Existem inúmeras petições na internet, e já alguns passos foram dados para que estas práticas sejam eventualmente abolidas, mas o primeiro e mais fundamental de todos será sempre o boicote a estes produtos.
Com a lista da BUAV é possível fazer escolhas éticas e conscientes, pois dela só fazem parte projectos que deste o início ao fim não interfiram no bem-estar animal, e algumas marcas, devidamente sinalizadas, que apesar de não contribuirem directamente para este flagelo, pertencem a grandes grupos que promovem estas práticas. Cabe-nos a nós a escolha.

Pessoalmente gosto imenso da Neal's Yard Remedies e da Liz Earle, duas marcas britânicas, totalmente independentes de grandes grupos, com produtos óptimos e envio para Portugal.
Hoje em dia, com a internet e uma escolha quase infindável de marcas, já não há desculpa para adquirir produtos testados em animais contribuindo, directa e monetariamente, para a sua tortura.

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4 de agosto de 2009

CAUSA: O PREÇO FATAL DO MARFIM

Impulsionadas por uma sempre crescente procura de objectos em marfim por países como a China e o Japão, algumas nações africanas - como a Namíbia, o Botswana, o Zimbabwe e a África do Sul - tornam a permitir a sua comercialização, desde há muito proibida.
Este retrocesso civilizacional leva indiscutivelmente a um aumento na caça furtiva de elefantes e rinocerontes, podendo mesmo culminar no total extermínio destas nobres criaturas.

Dado nos dias que correm existirem imensas alternativas não cruéis ao uso do marfim, assinem esta petição a fim de colocar um ponto final nesta prática sem sentido.


( Imagem: STR/Reuters )

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25 de julho de 2009

5 +

A União Zoófila tem permanentemente cerca de 700 animais a seu cargo, 500 cães e 200 gatos. Apesar de existir desde 1951, não recebe qualquer ajuda do Estado - os nossos impostos contribuem para o desalento e eutanásia em canis/gatis municipais mas não para a protecção dos animais - sobrevivendo somente com a ajuda preciosa de pessoas anónimas e algumas entidades privadas.

Como tal, e necessitando constantemente de toda a ajuda possível, o Partido Pelos Animais pede em nome da UZ que cada um de nós contribua com pelo menos 5 Euros.
Somente 5 Euros por cada pessoa, multiplicados por muita boa vontade e dedicação, farão certamente a diferença na qualidade de vida de todos os seus protegidos.

Pode contribuir com um donativo através do NIB: 0079.0000.07111348101.97 .

Os animais agradecerão!

( Imagem: Iolanda Mealha )

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23 de julho de 2009

DAR VOZ A QUEM NÃO A POSSUI


A WSPA pede a todos os interessados na causa animal que adiram à acção Animals Matter to Me, ou Para Mim os Animais Importam.
A campanha, actualmente ainda aquém de alcançar o objectivo proposto, consiste em conseguir 10 milhões de assinaturas de quem pretende o fim da crueldade para com os animais, ultimando na introdução da Declaração Universal de Bem-Estar Animal nas Nações Unidas.
Quando assinei a petição ainda estava a dar os primeiros passos, mas hoje quase 2 milhões de pessoas já fizeram ouvir a sua voz exigindo mudança no que se refere ao estatuto dos animais. É decerto um número encorajador.

Podem assinar aqui ou aqui, e não se esqueçam de convidar o maior número possível de amigos. Para finalizar, é ainda possível celebrar esta causa através da colocação de fotografias dos vossos animais na galeria online.

( Imagens/Images: Animals Matter to Me )

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16 de julho de 2009

UMA CHAMADA, UMA REFEIÇÃO

A União Zoófila lançou um número de telefone solidário, o 760 50 10 15.
Numa simples chamada de €0.60 + IVA, estará directamente a contribuir com uma refeição para um cão ou gato abandonado.
Ajude a ajudar... vai ver que não custa nada!

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14 de julho de 2009

FAUNA URBANA

Desde muito nova que me interesso por animais. Não um interesse passageiro e focado numa espécie ou raça em particular, mas em todos os animais, sem excepção.
Partilho a minha vida com uns quantos, que me enchem a casa da mais pura felicidade, e alimento e trato de uns tantos outros.
Sempre apoiei as causas com as quais me cruzei, mas por muito que se faça, por muito que se ajude, o número de animais a necessitarem de auxílio é tão avassalador que, inevitavelmente, sabe sempre a uma mão cheia de nada. Ou quase.

A criação deste blog nasce da necessidade de ser mais uma voz em prol da causa animal, pois sendo os seus direitos ainda uma mera utopia, nenhuma voz deve manter-se calada. Por muito rouca que esteja, todos podemos, e devemos, fazer a diferença.

Para além de todas as matérias relacionadas com esta temática, gostaria de colocar fotografias de animais para adopção, no intuito de ajudar a divulgar na procura de uma família simpática que os acolha. Para tal, basta enviarem-me um e-mail com as imagens e os dados de contacto, e publicá-los-ei aqui.
Quanto à publicidade que de futuro venha a constar do blog, a totalidade dos lucros reverterá a favor de tratamentos e esterilização dos animais com os quais me vou cruzando, e apoio a causas nas quais acredito.

Se gosta tanto destas fantásticas criaturas quanto eu, então junte-se à Fauna Urbana e faça-me companhia.

( Imagem: Iolanda Mealha )

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